Dom José Reformas
DOM JOSÉ · REFORMAS COMPLETAS · CANOAS/RS

Compromisso, pontualidade e resultado.

Sua reforma sem dor de cabeça.

Combinou, cumpriu.
Em Canoas, contratar uma reforma virou um ato de fé. A categoria inteira aprendeu a conviver com o atraso, o sumiço e o orçamento que estoura — e a chamar isso de normal.
A obra abandonada no meio — a obra sem dono
A obra que ficou pela metade não é azar. É o modelo.
Só que esse “normal” tem sempre as mesmas cinco cenas. Você reconhece cada uma.
01
VOCÊ VIRA GERENTE

O segundo emprego que você não pediu

É a sua tarde perdida esperando o material que não chegou. É o almoço interrompido para decidir, no telefone, algo que você não sabia que ia ter de decidir. É você ligando para o pedreiro para saber por que o eletricista não veio — e para o eletricista para saber por que a parede não ficou pronta. Cada um aponta para o outro. A gestão que ninguém assumiu caiu no seu colo, no seu horário de trabalho.

A cadeia é você. O WhatsApp é seu. E a sua esperança é o único cronograma.
02
COMBINA E SOME

O "semana que vem" que nunca é esta semana

"Segunda eu começo." Segunda não começa. "Terça sem falta." Terça o homem está em outra obra. A sua reforma entrou na fila dos serviços que ele pega em paralelo, e você virou o cliente que espera — porque ele já sabe que não há a quem você recorra.

O compromisso era de boca. E boca não assina nada.
03
CHEQUE EM BRANCO

O orçamento que não para de crescer

Começou por um valor. No meio da obra, "a gente achou mais coisa". Abriu a parede, era pior do que parecia — e agora é você quem paga a surpresa. Cada semana traz um extra dito de última hora, sempre com a parede já aberta, sempre com a obra parada esperando o seu sim, com medo de que dizer não deixe a casa pela metade.

O custo real só apareceu quando já era tarde para escolher outra coisa.
04
SEM DATA DE FIM

"Falta pouco" há três semanas

A previsão era um mês e já vai no terceiro, e ninguém consegue dizer o dia em que isto acaba — porque nunca houve um dia. Você vive dentro de um canteiro que não fecha: a cozinha embalada em plástico, o banheiro que não funciona, a rotina inteira suspensa esperando um fim sem data.

Nunca houve data. Só uma previsão que ninguém assinou.
05
RETRABALHO

A desordem que faz refazer o que já estava feito

O eletricista passou o fio depois que a parede fechou — e agora abre de novo. O piso chegou na cor errada e ninguém conferiu antes de assentar metade. O gesseiro veio no dia do pintor e um atrapalhou o outro. Uma frente atropela a outra, sem ordem nenhuma. Cada erro custa dias, em material e em tempo.

Oito frentes soltas, nenhuma na ordem certa, ninguém respondendo pelo conjunto.

A dor de cabeça não vem da obra.

A obra sempre foi difícil — isso não mudou e não é o problema. O que virou sinônimo de reforma é a orfandade: descobrir, no meio da poeira, que ninguém assumiu o todo. Corrija a orfandade e a obra volta a ser só uma obra: trabalhosa, mas com dono.

O ofício — o nível contra a parede recém-feita

A obra passa a ter dono. E o dono da casa volta a ser só o dono da casa.

Um responsável com nome. Um contrato com data. Uma coordenação que responde do orçamento à chave. Você continua dono da casa — mas deixa de ser gerente da obra. Não se devolve um canteiro para você limpar.

Devolve-se uma casa para você morar.
Combinou, cumpriu.
01

Você fala com uma pessoa, não com uma lista que se contradiz

Do orçamento à chave, um responsável assume o comando das oito frentes. Quem organiza as equipes, cobra a próxima frente e resolve quando algo trava é a coordenação — não você. O comando da obra sai do seu colo e volta para quem assinou por ele. Você continua dono da casa; deixa de ser gerente da obra.

Você contrata uma empresa. Não reúne uma equipe.
02

A palavra por escrito, com um nome por baixo

O que é combinado está no papel, e quem assinou aparece porque assinou. A agenda das equipes é problema da coordenação, não seu. Você não persegue ninguém, não fica no visto, não descobre por último que a obra parou. A palavra deixa de ser de boca — passa a ter endereço.

Quem assina a obra responde por ela.
03

Escopo e valor fechados antes, item por item

O custo aparece por inteiro no orçamento — não em fatias, no meio da poeira. E quando surge algo que não estava à vista, porque em obra surge, entra por aditivo escrito, com novo prazo e valor, aprovado por você antes de executar. A surpresa vira decisão sua, com o número na frente — nunca um susto com a parede já aberta.

O que combinamos é o que você paga.
04

A data de entrega no contrato — dia, mês e ano

A entrega tem data marcada desde antes de a primeira parede cair. Não é "mais ou menos", não é "se tudo der certo", não é uma previsão que ninguém assinou. Você sabe o dia da chave quando fecha o orçamento, e organiza a sua vida em cima dele. E como essa data deixa de ser promessa bonita e vira mecanismo com consequência, a garantia mostra logo adiante.

A data é compromisso. Não estimativa.
05

Uma coordenação, as frentes na ordem certa

As oito frentes entram numa ordem — uma prepara a próxima, sem atropelo, sem parede aberta duas vezes, com o material certo reservado cedo. A casa é entregue limpa e conferida frente por frente, porque quem coordena responde pelo conjunto, não por um pedaço.

Uma obra, um responsável.
O ESCOPO

Oito frentes. Uma obra só.

Reforma completa não é uma frente de cada vez. É tudo o que o imóvel pede para ficar pronto — da estrutura que ninguém vê ao acabamento que se olha todo dia. Estas são as oito frentes que uma reforma completa reúne, nenhuma contratada à parte. O que muda de uma obra para a outra não é o escopo. É o seu momento.

01

Alvenaria

Levantar, fechar, abrir vãos. A estrutura que redesenha a planta e sustenta tudo o que vem depois.

02

Drywall

Paredes, forros e nichos em gesso. Divisões novas e desenhos de teto sem o peso da obra bruta onde ela não é necessária.

03

Portas e esquadrias

Portas, batentes e caixilhos que alinham, fecham no lugar e vedam como devem — não emperram no mês seguinte, não folgam.

04

Pisos

Contrapiso nivelado e assentamento reto, do porcelanato ao vinílico, com o recorte certo nos cantos e o rejunte limpo.

05

Rodapés

O encontro do piso com a parede resolvido: corte reto, canto fechado, sem fresta, sem remendo à mostra.

06

Elétrica

Pontos, quadro e fiação dimensionados para o uso real do imóvel — passados e conferidos antes de a parede fechar, não depois.

07

Pintura

Preparo, massa e demãos até a parede ficar lisa — não só coberta de tinta. É o acabamento que se enxerga primeiro quando se abre a porta.

08

Hidráulica

Água que chega e esgoto que sai como devem, testados antes de o piso assentar — para não abrir o que já estava pronto.

O FOCO

Três reformas. Muda o seu momento.

A Dom José organiza a obra em volta de onde você está na vida — não de uma gaveta técnica. O que muda é o momento em que a chave passa a ser sua. A coordenação, o responsável e a palavra no papel são os mesmos nas três.

PARA ABRIRLoja, sala, clínica ou escritório — pronto para abrir as portas

Loja, sala, clínica ou escritório — pronto para abrir as portas

O momento em que a data vira dinheiro — o ponto vazio, obra o dia inteiro.

Você fechou o ponto e o contrato de locação já corre. Cada dia sem inaugurar é aluguel pago sem faturar. A obra entrega o espaço pronto para operar na data combinada — porque aqui a data de entregar é a data de começar a faturar.

PARA MUDARO imóvel comprado, pronto antes de a mudança chegar

O imóvel comprado, pronto antes de a mudança chegar

O momento entre as chaves e a mudança — o imóvel vazio, canteiro sem pausa.

Você pegou as chaves e não vai morar naquilo do jeito que está. A obra entrega a casa reformada antes de você carregar o caminhão — dentro do prazo entre pegar as chaves e largar o aluguel atual.

COM VOCÊ MORANDOA reforma na casa onde você já vive — a mais cuidadosa

A reforma na casa onde você já vive — a mais cuidadosa

A obra habitada é aceita e digna — só pede mais proteção. E onde a palavra ganha consequência, a garantia explica agora.

Dá para reformar sem sair de casa: a cozinha, o banheiro, uma ampliação. A obra se organiza em volta da sua rotina, protege o que fica e devolve cada parte limpa. É a reforma que pede mais cuidado e mais tempo — e a gente te diz o que muda antes de começar, não no meio.

A GARANTIA

Assumir a data é fácil. Responder por ela, não.

Tudo por escrito, no contrato — a data, o desconto por dia e o que pausa o relógio (uma decisão sua pendente, um pagamento em atraso, um imprevisto de força maior registrado no dia). Nada de letra miúda: o que combinamos é o que acontece na obra.

CAMADA 1 · VALE PARA TODA OBRA

Começa no dia. Não para. Não some.

A obra começa na data marcada e, enquanto corre, há sempre uma frente ativa e um responsável com nome atendendo. Se algo precisar mudar, você sabe no mesmo dia — por escrito, com a razão e a nova data. É a garantia que ataca o medo nº 1: o de que vão começar, sumir e te deixar com a casa pela metade. Vale para as três linhas, inclusive se você mora na obra.

CAMADA 2 · SÓ EM OBRA VAZIA

Atrasou por nossa conta? Cada dia sai do nosso lado.

Na loja, na sala ou no imóvel antes da mudança — onde o canteiro é nosso do começo ao fim —, a entrega ganha um desconto por dia de atraso, quando o atraso for responsabilidade da coordenação. A base é a mão de obra, não o material que só repassamos: a empresa arrisca o que é dela, não o seu bolso. O desconto é seu — no abatimento da parcela ou, se preferir, convertido em serviço, com vantagem.

O compromisso é o mesmo. A honestidade sobre o prazo, também.

Onde você mora, parte do ritmo depende das suas escolhas no meio da obra — então a data de entrega é uma estimativa séria, revisada com você a cada etapa, sem desconto por dia. Seria prometer sobre o que a gente não controla sozinho. O que não muda: a Camada 1 vale integral. Começa no dia, tem um responsável com nome, não para no meio.

A RÉGUA

Não peça para acreditar.
Peça para provar.

Antes de fechar qualquer reforma — a nossa inclusive —, faça três perguntas e exija a resposta por escrito. Essa obra vai ter dono: há um nome, um contrato e uma data, ou é o seu WhatsApp e a sua esperança? Quando der problema, você tem a quem cobrar, do orçamento à chave? E o resultado vai estar à altura da sua casa? Quem responde "sim" às três com algo escrito merece a sua obra. Quem não responde, você já conhece.

Obra entregue · 01
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Obra entregue · 02
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Obra entregue · 03
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COMO FUNCIONA

Do primeiro contato à chave, em quatro passos.

1

Um responsável vê a obra e monta o escopo

Você diz o que precisa reformar e em qual momento está — para abrir, para mudar ou morando. Um responsável visita, mede o que a obra pede das oito frentes e monta o escopo item por item. Nada de orçamento fechado por foto no WhatsApp.

2

Escopo, valor e data fecham por escrito

Você recebe o orçamento fechado — escopo, prazo e valor — por escrito, antes de a obra começar. Lê, ajusta, assina. Esse combinado passa a reger tudo o que acontece no canteiro, e é a régua pela qual você pode nos cobrar.

3

A coordenação toca as frentes e te mantém informado

As equipes executam sob uma coordenação única, na ordem certa, uma preparando a próxima. Você acompanha por um só interlocutor, sabe onde a obra está a cada semana e não precisa estar no canteiro para ela andar. Quando algo trava, quem resolve é a coordenação — e te avisa, não te transfere o problema.

4

Entrega conferida, casa limpa, chave na sua mão

No dia combinado, a obra é revisada frente por frente e entregue limpa, pronta para usar. Não se devolve um canteiro para você limpar — devolve-se uma casa para você abrir, mudar ou morar. Qualquer ponto de acabamento fora do combinado, a gente refaz.

Compromisso, pontualidade e resultado. Sua reforma sem dor de cabeça.

Peça a visita.

Receba a data por escrito.

Mande o endereço e o que você quer reformar, e em que momento está. Um responsável faz a visita e você recebe o orçamento fechado — escopo, prazo e valor, com a data no contrato — antes de decidir qualquer coisa. Sem cheque em branco, sem "te retorno", sem virar gerente de ninguém. A partir daí, a obra é nossa.

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